segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Preconceitos contra as missionárias espirituais

Pelo Espírito de Louis Alphonse Cahagnet e Laura Cahagnet
Médium: Emmanuela Barros







Desde o início dos tempos, a vida espiritual foi mais inspirada por médiuns, missionárias e sensitivas mulheres em várias épocas da humanidade, mas na idade média em especial ao dia das bruxas internacionalmente conhecido na Terra pela cultura Norte Americana, pensamos em fazer esta postagem especial... em homenagem às nossas corajosas médiuns queimadas na SANTA INQUISIÇÃO como bruxas, pela ignorância do clero católico daquele tempo, ainda pouco esclarecido na lei de igualdade espiritual. Nós, espíritos temos o mesmo valor para Deus, um valor especial e intransferível de amor, de sabedoria, de intelectualidade e tanto faz se nascemos homens ou mulheres com grandes poderes mentais e espirituais. Mas, ao fazer planejamentos reencarnatórios e consultando arquivos sobre a divulgação, especialmente da Doutrina Espírita que é filósofica e cientificamente avançada em conhecimentos, nos deparamos com uma estatística alarmante!

80% DAS MULHERES ENVIADAS PARA TRABALHOS INTELECTUAIS DE ALTA QUALIDADE ESPÍRITA SÃO MALTRATADAS NOS CENTROS E DESCONSIDERADAS EM SEU SABER ESPIRITUAL...

São palestrantes, cientístas e tecnólogas de alta performance espiritual que estão desviadas de suas funções espirituais apenas para evangelizar, cuidar de crianças e fazer servicinhos bem básicos na casa espírita.

Não temos notícias de mulheres enviadas com alto padrão intelectual transferindo conhecimentos do livro dos médiuns... esse número é de apenas 2% dos professores de Doutrina.

E quando elas são colocadas numa situação de destaque, são as primeiras a serem acusadas de vaidosas pelo conhecimento e pelo saber, sendo logo substituídas em palestras por mais de 90% das vezes, homens são colocados nos seus lugares!

Será que devemos comemorar espiritualmente o Halloween?





2 comentários:

  1. Interessante esse texto sobre as mulheres médiuns atuantes em casas espíritas... sinto que muitos dos motivos que me levaram ao afastamento da instituição espírita kardecista está relacionada aos preconceitos relacionados à minha condição de mulher que estuda e critica aquilo que não é coerente com o que é pregado. Talvez haja muitos padres e bispos daquele tempo da idade média, reencarnados agora na condição de espíritas mas repetindo a mesma história de exclusão daquelas(es) que não concordam com eles.

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  2. Com certeza, Mary, ainda existem sim, pois Deus é misericordioso e está dando chances para quem nem merece, de continuar a obra que falharam antes e nos testar a perseverança, já vi muitos ex- colonizadores espanhóis, índios Maias, ex cardeais, ex madres, ex freiras que não estavam na obra pelo bem do próximo e agora recebem a oportunidade de ter uma família e ainda desenvolver o afeto universal. Portanto, ainda falham na rigidez, no pensamento de elitização, de materialismo e preconceitos... esta pesquisa de Alphonse teve base no quantitativo de mais de 800 espíritas enviados para o Brasil em missão de liderança intelecto-moral.

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